OAB critica desembargadora por comparação com escravidão
Desembargadora do TJ-PA gera polêmica ao falar sobre penduricalhos.
A OAB do Pará manifestou descontentamento com declarações da desembargadora Eva do Amaral Coelho, que comparou limitações salariais a escravidão.
Críticas da OAB-PA
Na última quinta-feira (23.abr.2026), a Ordem dos Advogados do Brasil no Pará (OAB-PA) emitiu uma nota criticando a desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA). A magistrada fez uma comparação infeliz entre a imposição de limites a penduricalhos e o regime de escravidão, o que gerou repercussão negativa.
Contexto da Declaração
Durante uma sessão da 3ª Turma de Direito Penal, realizada em 9 de abril, a desembargadora fez a declaração que foi considerada desrespeitosa e desconectada da realidade social. A OAB-PA ressaltou a importância de um discurso responsável, especialmente por parte de uma figura de destaque na magistratura.
Recebimentos da Desembargadora
Em um mês, a desembargadora recebeu mais de R$ 500 mil, gerando críticas adicionais sobre a desconexão entre sua realidade financeira e a de muitos brasileiros. A OAB-PA enfatizou que a magistrada deveria ter mais cuidado ao abordar temas sensíveis e que exigem um tratamento cuidadoso.
Esta situação destaca a importância da comunicação responsável para figuras públicas, especialmente em tempos de crise. A forma como a mensagem é transmitida pode afetar a percepção pública e, consequentemente, as estratégias de marketing político dos candidatos e assessores.
Desembargadora compara salário a escravidão e gera polêmica!
A OAB-PA criticou a comparação feita pela desembargadora Eva do Amaral Coelho. Ela falou sobre limites salariais de forma que muitos consideraram desrespeitosa. O descontentamento é com a desconexão entre a realidade dos juízes e a população.
Como sua campanha pode evitar crises de imagem?
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O que aconteceu?
Desembargadora faz comparação infeliz.
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Reação da OAB
Ordem critica falta de sensibilidade.
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Impacto na imagem
Como evitar crises na comunicação política.
Alerta sobre a necessidade de cuidado nas declarações públicas, especialmente em contextos sensíveis.